Mudanças e mais mudanças!


Olá amigos! É sempre um prazer poder conversar com vocês. Estou grata por esta oportunidade e quero poder aproveitá-la para trazer à consciência aquilo que devemos ter em nós com clareza sobre novos paradigmas existenciais. Minhas reflexões não poderiam começar de outra forma senão pensando em mudanças. Como dizer que o mundo está mudando? Afinal, o mundo está mudando desde que foi criado. Mudança é o outro nome do universo conhecido. Mas, eu venho mesmo fazendo algumas reflexões sobre o mundo pós-moderno eletrônico com o qual nos deparamos (alguns de nós ainda atônitos) desde que se tornou possível expandir os conhecimentos científicos à nanotecnologia.

Na verdade, não está sobrando pedra sobre pedra. O que faz diferença hoje é a velocidade com que as mudanças acontecem. Aceleração total! Estamos acostumados a pensar somente nos benefícios, que são muitos, destas mudanças em larga escala. Não só isso: estamos desacostumados a ligar os pontos. A observar as consequências destes mesmos benefícios, no andamento da sociedade como um todo e no íntimo de cada um de nós! Sem dúvidas, a segunda guerra mundial mudou o nosso foco. A americanização da vida inclui aproveitá-la ao máximo, consumindo tudo o que podemos hoje, agora e rápido... sem aprofundar muito e com o máximo de prazer que o dinheiro possa comprar. A catástrofe sofrida se faz representar mesmo que não queiramos e não podemos jogar sob o tapete nosso inconsciente traumatizado. Assim, vemos uma sociedade que se faz representar pela profunda insatisfação, embora possa obter meios cada vez mais sofisticados de sobrevivência.

O que o dinheiro não pode comprar? Conhecimento de si mesmo. E ainda pode nos levar a caminhos equivocados de liberdade. Mas a vida se impõe e, aos trancos e barrancos, vamos tendo que realizá-la. Queiramos ou não. Hoje estamos em um momento particularmente difícil. Difícil porque ainda não estamos compreendendo muito bem o andamento das coisas. Tendemos a colocar a culpa em alguém: nos políticos, na educação antiquada, no amparo social precário, nas diferenças gritantes de entre os níveis sociais. Tudo verdade, porém, não tão simples quanto gostaríamos que fosse. Atire a primeira pedra? Só se souber a saída, amigo! Quem sabe a saída? Redução da jornada de trabalho a fim de evitar demissão em massa. Demissão em massa mesmo com redução de jornada de trabalho! E nos vemos então diante de uma “crise” atrás da outra, tirando nosso fôlego!

Espero que não tire nossa liberdade. Espero que possamos nos fazer representar. Esqueçamos as culpas. Todos fazemos o que podemos e aquilo que achamos certo ou conveniente para nós mesmos, filhos e parentes próximos. Difícil ainda pensar num nível amplo de ajuda humanitária, tendo que correr o risco da sobrevivência. Se nos ativermos a isso não iremos a lugar algum. É o momento das grandes invenções pessoais! É o momento da coragem do desapego! É o momento de reinventar o mundo! Vamos aproveitar que hoje somos livres para nos expressar. Podemos e devemos através da facilidade de comunicação, falar, discutir e agir a partir destas novas formas de raciocinar a vida e a existência do Homem no plano terrestre. Juntamente com as grandes invenções da nanotecnologia, temos todo um modo novo de pensar a vida. Os novos paradigmas existências deverão chamar nossa atenção. Não esperemos que venham como uma mágica, senão seremos tragados pelos medos e angústias existenciais. Proponho que, aproveitando que estamos com uma nova oportunidade de mudança nas mãos (se você perdeu seu emprego recentemente por exemplo), façamos uma reflexão profunda sobre quem somos nós e o que viemos fazer neste mundo.

Qual o propósito da vida? Então, qual o propósito da minha vida neste momento do planeta? Minha proposta é simples, embora não seja fácil: proponho que façamos da diversão o segundo plano e passemos para o primeiro, a busca interior. Proponho que saiamos do ordinário, comum. Podemos tentar ser pessoas extraordinárias? Gostaria de ir aprofundando neste pensamento e caminhar na direção de mudanças internas que nos colocarão à vontade em um mundo que nos deixa totalmente livres para escolher quem queremos ser. E dizer que para sermos extraordinários teremos que rever valores e nos comprometermos com eles. O comprometimento com a mudança nos levará a caminhos seguros. Deveremos com isso nos sentir fortes e não temer mudanças! Pensem nisso e até a próxima!

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