ALICE E OS BURACOS NEGROS


O que nós conhecemos pelo nome de buracos negros é o que os cientistas chamam de singularidades. Nada mais são que o caminho mais curto entre dois universos. Também são conhecidos como pontes de Einstein-Rosen ou buracos-de-minhoca.

Ficou muito conhecido como toca de coelho, em função da história da menina Alice, que segue um coelho branco por sua toca até um mundo paralelo, onde as leis da física são viradas de cabeça para baixo.

Alice no País das Maravilhas foi escrito em 1865, quando idéias sobre mundos paralelos e dimensões alternativas começavam a se espalhar nos círculos científicos.

Verdadeiros portais estelares - poderíamos aqui tentar compreendê-los sob a ótica da metafísica, o que para mim não é nada simples.

Quero apenas, aproveitando que temos a facilidade de conceber idéias que há até pouco tempo eram inconcebíveis, mostrar uma realidade com a qual vivemos e, distraídos que somos, nem percebemos! 

Alice no País das Maravilhas é, sim, uma ficção, mas que usa como base, um conhecimento metafísico que mostra respostas para questões existenciais como: universos paralelos, viagem no tempo, existência de outras dimensões que interagem com a nossa!

A viagem de Alice serve de modelo para o que poderíamos esperar caso viajássemos por um buraco-de-minhoca. Talvez penetrássemos em outro universo ou dimensão muito semelhantes à que vivemos; ou em um domínio absolutamente inimaginável, onde todas as leis conhecidas da física e do senso comum se desvaneceriam aos nossos olhos.

Podemos também fazer um pensamento inverso: assim como podemos atravessar para lá do nosso universo, então, quem está de lá poderia vir para cá no nosso universo, certo?

Sabemos, por documentos já liberados, que objetos voadores não identificados eram e ainda são levados muito a sério pelos governos de muitas nações.

Vários casos de Óvnis indicavam que esses veículos não se originavam de nenhuma fábrica subterrânea secreta, mas de outro planeta, em outro universo ou possivelmente em outra dimensão. Se eles podem fazer, significa que, algum dia, nós também poderemos.

Muitos dos atuais físicos de vanguarda estão sugerindo que "estamos no meio de uma ou mais civilizações extraterrestres" e que outras dimensões implicam a possibilidade de universos habitáveis bem perto do nosso. Eles chegam a especular que seria possível superar o obstáculo do limite da velocidade da luz se soubéssemos nos mover entre as dimensões, entrando e saindo delas.

Minha intenção aqui é dizer que devemos abrir a mente, abrir a consciência para a possibilidade de que existam outras formas de vida, outras dimensões, muito mais avançadas que a que conhecemos, com domínio tecnológico surpreendente e que, afinal, a toca do coelho por onde Alice entrou e saiu à vontade (desde que mudasse sua sintonia), não seja tão ficção assim! 

Ao contrário, tem sido um engodo causado por nossa própria ignorância pensar que todo este imenso universo desconhecido, multidimensional, esteja aí, vazio de vida inteligente e que somos, nós, os melhores seres que a perfeição pôde criar!

Hoje, possuímos instrumentos, imaginação e intuição suficientemente grandes para compreendermos que estamos longe de ser os seres mais perfeitos do universo!

Podemos, sim, perceber que fazemos parte de uma hierarquia de seres em evolução e que a qualquer momento daremos um passo a mais.

Também devemos perceber que somos criação artesanal. Seres singulares, únicos, compartilhando experiências que nos transformam incessantemente.

Quem somos nós? Que papel fazemos na criação? São perguntas que devem nos servir de norte para que nos impulsione na direção de respostas que, quando chegarmos a respondê-las, significa que evoluímos no caminho! 

Somos seres prisioneiros de 3 dimensões e ainda não sabemos como sair daqui. Mas já podemos vislumbrar que há mais! O caminho é longo, mas há de se chegar a lugares cada vez melhores e perfeitos! 

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